Velam nas sombras mortas da existência
meus sentidos despertos sem motivo,
cumprindo penitência
da razão porque vivo!
Velam, numa azulada e concebida
penumbra que rodeia o meu cismar
por entre bem e mal de Céu e Terra:
a forma absoluta de ser vida
a reflorir em luz e a desfolhar
na morte que me enterra!
Meus nervos de oiro fulgem sobre temas
na folhagem de vidro da floresta…
pelos falsos teoremas
que uma ilusão empresta!
Janeiro na Pintura Universal
Há 13 horas
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