quarta-feira, 12 de maio de 2010

À MEMÓRIA DE MEU AVÔ, O POETA ALBERTO OSÓRIO DE CASTRO

Ali fiquei ao pé do meu Avô,
Até que Ele partiu
Para não mais voltar…
Mas, o seu espírito ficou;
E, na saudade eterna, refloriu
Para me deslumbrar…
O melhor que Ele tinha me legou:
A sua fantasia
De ardente crepitar;
Este anseio em que vivo a delirar,
De voo em voo;
Esta melancolia…

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